Uma cantiga de roda, quando criança, Eu e meus amigos cantávamos sem parar, Nesses dias confusos, me vem à lembrança. Diz o seguinte, convido todos para cantar:
Eu fui ao tororó beber água e não achei, A água estava ruim, não era mineral, Achei um amigo, que no tororó encontrei, Ô, Ô Okamoto. Ô, Ô Okamoto. Paga minhas contas, que serei leal.
Eu quis viajar de avião, mas dinheiro eu não tinha, Queria na primeira classe, as outras me apertam, Achei um grande amigo, no saguão do aeroporto, Ô, Ô Okamoto. Ô, Ô Okamoto, Paga minhas contas, que viajarei feliz.
Minha filha quis ser deputada, ir morar na capital Mas não tinha dinheiro prá pagar a eleição, Então achei um amigo, amigo do coração, Ô, Ô Okamoto. Ô, Ô Okamoto, Paga minhas contas, que irás pro Sebrae.
É bom, é bom demais, ter um amigo do peito, Que pague todas as contas... Tão com inveja? Não quero nem saber, d’onde vem o dinheiro, Eu quero é ser feliz... me deixem em paz.
Não perca seu equilíbrio interno. Por maior que seja a tempestade que o envolve, não perca seu equilíbrio. Todas as tempestades passam. E se soubermos recebê-las com serenidade, nenhum mal nos causarão. ....